
Cada vez que me perco encontro-me num destino mais que perfeito. A minha vida é como a tua... uma viagem com pontos de partida vagos e destinos inesperados.
sábado, 25 de abril de 2009
terça-feira, 21 de abril de 2009
Talitah Kum...
Goodbye_by_Drowning_life
Hoje...
Não quero mais ser o teu chão,
Não vou dar-te a mão,
Não vou correr para ti,
Não vou chorar por ti,
Não vou levar-te comigo para parte alguma,
Não vou sorrir a pensar em ti ao acordar,
Não vou fazer mais loucuras,
Não vou ficar.
Amanhã...
Vou caminhar por aí,
Vou soltar sorrisos por tudo e por nada,
Vou viajar sem destino certo,
Vou acordar a pensar em mim,
Vou procurar o cheiro de outra pele,
Vou deixar pegadas noutra rua,
Vou encontrar o sentido das coisas que perdi,
Vou mudar a fechadura da nossa porta,
Vou embora e não vou mais voltar a ti.
Hoje... porque há outros olhos que me fazem sorrir.
Amanhã... porque Talitah kum significa Levanta-te e Anda!
segunda-feira, 20 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
Como partir quando se quer ficar...

tic-tac, tic-tac, tic-tac...
sábado, 11 de abril de 2009
I have been here many times before
Hurt myself again today
And, the worst part is there's no-one else to blame
Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
and needy
Warm me up
And breathe me
Ouch I have lost myself again
Lost myself and I am nowhere to be found,
Yeah I think that I might break
Lost myself again and I feel unsafe
Be my friend
Hold me, wrap me up
Unfold me
I am small
and needy
Warm me up
And breathe me
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
Por onde raio ando eu?

Estive aqui... tropecei logo à entrada na porcaria do cão de louça que compraste na feira dos Carvalhos. Acho que torci um pé e fiz 3 foguetes nas minhas meias de liga novas quando ia a cair, à custa do arbusto que não podas desde a Primavera passada. Abri a porta e, como sempre, deixaste a TV, a luz, o PC e tudo o mais que havia e pudesse despender energia ligado... os chinelos ao pé da porta, a toalha molhada no chão da casa de banho... mas que raio de homem moderno és tu?
Havia mousse de chocolate no frigorífico. Num típico momento de carência feminina comi-a toda, como se as 500 mil calorias que passado uns dias, ainda se passeiam pelo meu corpo, me fossem preencher o espaço que reservo para os afectos. De certeza que te vais rir do meu acto irreflectido de colocar de novo a taça na prateleira, como se o facto de estar vazia fosse irrelevante para, até um cego, reparar que eu a tinha devorado.
Ah, e também estive no teu quarto, deitada na cama, a esfregar a cara no teu pijama, numa atitude de fazer inveja a qualquer adolescente idiota, mas trouxe-me algum consolo e tranquilidade. E depois olhei à volta e só havia coisas que me lembravam de mim própria e ri e pensei que é do que te lembras, às vezes, quando estás aqui.
Agora vou embora que já estou atrasada para fazer qualquer coisa importantíssima da qual não me lembro agora, mas sem a qual certamente não posso sobreviver.
Beijo.
Prometo marcar consulta de psiquiatria na próxima semana... para ti claro, que eu estou em perfeitas condições!
terça-feira, 25 de novembro de 2008
A preto e branco...

Estava tudo escuro, caminhava na penumbra.
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
E se eu já não souber?
Unloved_by_Josibeansexta-feira, 14 de novembro de 2008
Peço a alguém que me salve ou me empurre de vez.
É-me urgente tratar de mim!
Não sei, talvez, se calhar, sou capaz, quem sabe...
Aiiiiiiiiiiiii... que comichões me provocam estas palavras!
Estou vazia, empty caramba, sem nada cá dentro,
Pior, estou desmantelada, desmanchada,
Como se me tivesse vendido às peças
Uma de cada vez pra doer mais a matança.
Sim, porque não me chegava gripar o motor,
Fui directamente prá sucata.
E cansada, melhor, estou esgotada!
No chão, ao meu redor, há peças, milhentas e minúsculas
E não consigo, não junto sequer duas ou três
Nem aquelas dos cantinhos tão fáceis de unir.
Não é o fim, nunca é o final do caminho.
Porquê?
"Because everything will be okay in the end...if it's not okay, it's not the end!"
Estou a um passo do abismo.
Se vou para trás caio,
Se sigo em frente estou a um passo de acreditar.
Até o meu abismo tinha que ser diferente!
domingo, 9 de novembro de 2008
Sinto,
Estou,
Sou,
Vou,
Venho,
Volto...
O sangue a correr nas veias,
O corpo não pára,
Os olhos procuram.
Não sei,
Não sinto,
Não estou,
Não sou,
Não vou,
Não venho,
Nem volto...
O sangue gela e não circula,
O corpo cansado,
Os olhos vazios.
Se a cabeça mandasse explodia-me um arco-íris gigante no coração!
Quero parar.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Estou a morrer... bolas!

Estou a morrer... não estaremos todos?
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
sábado, 11 de outubro de 2008
O Grito!
Eu hoje gritava até não sair ruído nenhum da minha boca
Gritava o teu nome que morreu amordaçado no meu peito
E erguia uma placa em tom de lembrança eterna:
Aqui jaz fulano de tal... e toda a sua indignidade!
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Ensina-me...
Help_by_roseonthegreyEnsina-me a esquecer-te de uma forma mais rápida do que deixar o tempo passar e levar-te com ele à força!
Ensina-me a ir embora e não voltar
E a ignorar, como era bom saber fazê-lo.
Quero que me ensines a ser vil e cruel
E a arrancar corações só com o dom da palavra.
Ensina-me também como se fazem correr lágrimas com gestos
Como se por magia se controlasse um corpo que não o nosso.
Ensina-me...
Eu quero saber tudo isso!
E quando me ensinares, esquece-te tu como se faz!
domingo, 28 de setembro de 2008
Se eu sentir...

Há já uns dias que a cama me sabe a nada
Me cheira à falta de um odor masculino
De um corpo que me ajude a engelhar os lençóis
A atirar tudo ao chão.
Apetece-me sentir alguém contra mim
Desafiar as leis da gravidade
Apetece-me tocar, cheirar, saborear
Apetece-me sentir que faço parte do desejo de alguém.
Sobretudo apetece-me que me apeteça
Que me deixe levar e sentir sem reservas
Ainda que não haja amanhã com esse alguém.
Às vezes é bom pensar só no presente
Não imaginar ausências nem presenças mudas
Nem querer mais do que o hoje estipula.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
O beijo...

Há tantos beijos e tão diferentes
Que não sei que dizer
O beijo de irmão, que nos estende a mão
O beijo amizade, que é sempre verdade
O beijo guloso, que é ardiloso
O beijo de amor, que emana calor.
E há tantos beijos que matam desejos
Há tantos desejos de arrancar beijos
E quantos mais sejam mais se desejam.
Há aquele beijo que não estamos à espera
Depois queremos mais de tão bom que era.
Aquele ardente de tão desejado
Que nos faz rolar lágrimas por ter acabado.
O beijo roubado num lado qualquer
É inacabado se alguém não o quer,
Mas se alguém o pediu com convicção
Ao tê-lo na boca perde a razão
Desfaz-se em pedaços, estende os seus braços
Não encontra defeito, num beijo perfeito.
E há aquele beijo com que tenho sonhado
Não é dos fingidos nem dos assustados,
Não é dos perdidos, nem é dos achados,
É um beijo simples de lábios colados
De língua molhada que vagueia perdida
Que faz da minha boca a sua avenida
Um beijo sentido, um beijo só meu
Não lhe conheço o emissor
Mas o destinatário sou eu!
sábado, 1 de setembro de 2007
Há dias...

Há dias…
Há dias de fome, de sede e de luta…
Dias em que morremos em batalhas vãs ou renascemos de causas perdidas.
Há dias em que não há nada a fazer, em que parece que tudo está dito e nada sai do seu lugar.
Dias de ir e voltar sem sair do mesmo lugar… dias em que a solidão é prisioneira dos enganos e desenganos e a tristeza anda solta e flutua como uma bola de sabão.
Há dias de chuva e de sol, de brincar com papagaios de papel e sonhar…
Sonhos proibidos e secretos,
Sonhos bons e maus…
Daqueles que sonhamos de olhos abertos e pensamos baixinho que não deviam acabar.
Sonhos contigo, comigo… ilusões
Há dias em que o amor é tanto que sofremos quando alguém magoa a pessoa que amamos… sim, daqueles em que devíamos estar felizes porque até pode ser bom para nós mas que o coração nos salta do peito de tanta dor por te ver sofrer e nada poder fazer.
Querer apertar-te nos braços e desenhar palavras de amor em ti todo…
Fazer-te sentir amado como se não houvesse amanhã…
Trocar o meu sorriso pela tua expressão triste e cair nos teus braços naquela dança que só nós conhecemos…
Creio em ti, em tudo, em cada momento, em cada sussurro no meu ouvido, em cada toque na minha pele… creio porque é isso que me trás viva ainda e me faz sorrir quando recordo. Creio na meiguice da tua voz, na segurança que sinto nos teus braços e nesse sorriso tão lindo que me desarma.
Sei que não queres, que não sabes, que já não sabes se sabes, mas sei também que não vais esquecer e que te vou ler sempre… nos teus olhos… nas tuas palavras… em cada gesto… em cada momento…
Quando ris apanho o teu sorriso no ar, quando choras lambo-te as lágrimas, quando te vejo sorrio… agora que não estás sinto o vazio.
Que será isto senão amor?
quinta-feira, 12 de julho de 2007
Saudades....







